quarta-feira, 5 de agosto de 2009

De casa Nova

Para melhor atende-los estarei em novo endereço: http://jochamaeu.blogspot.com
Se você ta perdidamente afim de saber da minha vida, não deixe de passar por lá. Ou deixe, se quiser. Mas saiba que vai perder...bom, não vai perder droga nenhuma! Mas mesmo assim vai lá, porque eu vou ficar feliz!
=D

terça-feira, 28 de julho de 2009

Eu vim dizer que não vinha

OLÁ ENFERMEIRAAAA! (Alguém lembra disso?).
Nos próximos dias estarei trabalhando 12 horas. Quem me conhece sabe que eu durmo 10 horas por noite, caminho 1 hora toda manhã e tomo banhos que duram em média 45 minutos. Se fizerem as contas vão perceber que me sobram 15 minutos que eu vou ocupar fazendo coisas que prefiro não comentar!
Mas não chorem! Não lamentem! Não se suicidem! (ta, eu sei que ninguém ia fazer nada disso...) porque eu voltarei. E ficando 12 horas por dia dentro de um shopping podem ter certeza que não me faltarão inspirações. Ow lugarzinho para aparecer gente bizonha!
Enquanto vocês ficam se recompondo do choque de imaginar o que será da internet sem mim, eu vou limpar uns vidros, trocar vitrine, cantar e ouvir Nando Reis (Yes, to de férias de música Gospel) e tentar achar uma maneira de dominar o mundo, Ou então, um jeito de ficar magra para sempre, comendo X salada e chocolate, e bebendo vinho e capuccino. Ou ainda, um modo de ser entrevistada pelo Jô.
E Falando em Jô, uma amiga sugeriu uma mudança no nome do blog. É claro que eu pensei em algo que me levasse pro Jô Soares, e tipo, não, não seria Deise Surfistinha, ou Deise, A mulher da cobra que vende banha de peixe boi da Amazônia. Eu tava pensando em algo do tipo “Jô chama eu”. Aceito sugestões e prometo mandar um beijo da magra quando eu estiver do lado do gordo.
Esses dias me perguntaram “Porque tu quer tanto ir pro Jô?” e eu ri. Alguém se habilita a encontrar a resposta?
Resposta no próximo post.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Carinha de 18!

Quando eu tinha treze anos, achava o máximo encontrar alguém que me dizia: Nossa, parece ter dezesseis! Na época isso sinalizava que eu era a boazuda. Eu era uma das garotas mais altas da turma e minhas pernas estavam entre a da mulher melancia e a da mulher cana, na medida certa. Considerando que as garotas de treze costumeiramente têm as pernas finas e os peitos pequenos, eu era a de coxa grossa e peito pequeno. Aos quinze, me davam 18. Era praticamente um orgasmo.
E então vieram finalmente os 18, e as pessoas passaram a dizer 21. E com 21, me diziam com 24, e com 24 me dão 27.
É engraçado como esses três anos tão felizes quando acrescentados no passado, hoje me incomodam. Hoje, que eu não sou a mais uma menininha sem peito e de coxa grossa e sim, uma senhora de peito pequeno e coxa flácida, esses três anos que outrora me levavam a euforia, fazem-me beirar a depressão.
A defesa de quem “exagera na dose” é meu papo. É que tu já tem filhos, é tão madura, tão decidida e blá blá blá. Hipócritas! Eu sei bem o que vocês pensam: Credoooo, que acabada! Só tem 23 e já ta com pés de galinhas. Eu sei que essas pessoas vão para casa e comentam com suas amigas: No salão que eu freqüento tem uma guria, que tem 23 anos, mas eu jurava que já tinha 30. tu precisa ver. Bem gordinha, cheia de olheiras e rugas na testa.Não vou dizer que não me aborreço quando vejo meu rosto excessivamente maduro no espelho. Não vou dizer que não tenho um bocado de inveja de minhas amigas com 25 carinha de 18, mas não consigo usar Renew, e nem sequer filtro solar. Uso base para rostos jovens, e não é daquelas que cobrem manchas, rugas e imperfeições. Gosto de me ver com essas pintinhas todas estragando o rosto, desse jeito que só as minhas sardinhas sabem ser.
Importo-me com as rugas, mas sei que elas mostram um rosto de quem já se emocionou muito nessa vida. Dos sorrisos às lágrimas que fui levada tantas vezes há sempre a certeza de que pouco importa as rugas, ou os pneuzinhos. Não me importa se eu tinha 16, 21 ou se tenho 23, me importa quantas vezes e quantas pessoas eu pude divertir com minhas caretas esquisitas e minhas imitações de foquinha. Se as caretas causam rugas, nem sei. Mas as caretas me fazem ter 12 anos de novo, e ah, isso sim, muito me importa!

*Tem dia que eu me revolto e preciso desabafar. não precisam dizer Ah,você é linda! mas se quiserem, me sentirei muito melhor. hahaha
Em suma, o texto de hoje quer dizer: Fodam-se padrões de beleza! Fodam-se regras de etiqueta. Eu quero mais é ser feliz =D

terça-feira, 21 de julho de 2009

Fui adotada

Além de ter medo de boca de lobo, filho correndo na estrada, sequestro relâmpago, ficar sem sexo, perder todos os meus brincos eu tenho um PUTA medo de cachorro. Não que eu não me afetue a bichinhos, acho muito fofo quem tem cachorrinho e leva para passear, mas eu não vou fazer isso nunquinha, porque o bicho pode simplesmente se revoltar e morder minhas canelas fofinhas, ou então mijar no meu pé.
Mas tudo bem, os cachorros também não devem ir muito com a minha cara, porque quando eu passo por um, começam a arreganhar os dentes com aquela cara 'senti cheiro do medo'. Quando pequena, meu pai dizia que o cachorro sentia o cheiro do medo e eu tinha que fazer carinho para ele nunca me morder. Sempre tive cachorro na casa dos meus pais, mas nunca me dediquei a passeios e afagos nos bichanos, porque isso me causava uma crise de nervos enlouquecedora. Até falta de ar me dá.
E então, ontem eu cheguei em casa e lá estava ela. Deitada na área de casa, com seus pelinhos brancos esticadinhos em volta do corpo como se fossem um tapetinho. Uma graça de bicho.
Disse um PASSA, bem convincente, e ela me olhou nos olhos e sorriu para mim. Sim, aquele tipo de sorriso bem cachorro que as mulheres adoram! Meia boca, dentes aparecendo como se dissesse Oi dona.
Quando abri a porta meu marido me perguntou: A Mel ainda ta ali?E eu, resmunguei: Quem?
A Mel, a cachorrinha.
Olhei brava =@ e ele riu. Não sei da onde ela veio, mas está ai desde hoje a tarde. Acho que fomos adotados.
Dormiu ali,na área de serviço.
Hoje, eu sai para trabalhar, ela me levou até o carro e ficou no portão, abanando o rabinho com uma cara irresistível
Cachorra safada! Se ela não tiver ido embora até hoje e noite, vou dar a ela as sobras do jantar.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Eu vivo...

Já estavam chorando de saudades? Pensaram que eu tinha sido sequestrada, abduzida, roubada, morta, estrangulada? Nãoooo..nada disso! E$u só estava sem tempo, mas juro que passei a última semana penmsando em coisas brilhantes para escrever aqui. Mas não vou escrever, porque eu só consigo pensar na coisa brilhante uma vez, depois se apaga e vira um texto meia boca.Funciono com um time meio sei lá.

Hoje é dia do amigo e eu até pensei em escrever algo para os meus, mas estou de novo sem tempo, então só lhes dou uma boa notícia, estou viva!
sabem como é... sou uma mente quase brilhante sem internet e isso não vale muita coisa.

terça-feira, 14 de julho de 2009

São as melhores do mundo e são minhas amigas.




Você tem patrões, pai e mãe, irmãos e um bando de parentes por puro acaso, mas os amigos você tem por opção.
Eu queria escrever sobre a imensidão de meu amor por esse bando de garotas, mas isso sempre acaba ficando muito gay. Então só vou dizer que esses momentos mulherzinhas são os mais felizes e interessantes e que eu vou guardar para sempre na minha memória e no HD do meu PC essas imagens de festinhas, regadas a cachorro quente, pizza e Coca cola light.

"Não sei dizer o que me prende a você... talvez seja amor, viu?"

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Rafael, leia quando crescer.

Hoje é aniversário Dele, e eu estou com lágrimas nos olhos escrevendo esse post.
É que com certeza nenhum nascimento no mundo pode ser mais importante para uma mãe do que o de um filho.
Eu conto para ele a história do dia que ele nasceu há 8 anos.
Ontem eu deixei ele acordado até depois da meia noite, comemos ovos cozidos assistindo televisão e eu perguntei: "Quer que eu conte de novo a história do teu nascimento?" e ele "Conta mãe?"
E ontem foi o meu marido que contou... Descreveu as dores horríveis que eu sentia sorrindo, descreveu seu parto por cirurgia por problemas com seu coraçãozinho, descreveu a nossa alegria quando o vimos... feinho e com a cabeça de lápis. Ele sorria enquanto ouvia, e nos pediu para fazer "MONTINHO".
De algum modo, conversar com ele sobre o dia que ele nasceu, me remete novamente aquela data tão importante e única...aquele momento que na verdade é indescritível.
Amar alguém do jeito que se pode amar um filho é coisa que não se entende, enquanto não se tem um.
E o meu filho é realmente DIFERENTE. E não é papo de mãe coruja não... Ele tem um coraçãozinho lindo, bondoso, e quando eu digo a ele que "Bonzinhos só se ferram" ele responde "Mas então porque tu é boazinha mãe?" e eu não sei dizer. Ele é educado, inteligente, sensível e poético, sei que será um grande homem, e ao mesmo tempo, acho que será um pegador. Ele é incrivelmente talentoso com as palavras e raramente faz algo que deixe alguém decepcionado.
É um garoto cativante e eu tenho orgulho de tê-lo gerado.
Ontem eu coloquei-o para dormir e vi que a cama diminuiu... ele já ocupa muito espaço. Beijei seus cabelos cheirosos e disse "Nana que amanhã eu te acordo com café na cama" e ele sorriu.
Seus dentes ralos se abrem como um dia de sol. E hoje o sol veio dar parabéns para ele.É que ele é msm muito importante, até o sol o presenteia.
Eu queria que isso fosse escrito de modo muito, muito bonito para que algum dia ele lesse e pensasse "Minha mãe me ama mesmo" mas não consigo escolher as palavras para que fique tocante o suficiente.
Escrevo então para que ele um dia leia e pense: "Cara, ela sempre me conta como eu nasci, desde que eu nasci. E olha que já vou fazer 30 anos."
Tenho medo de que um dia ele faça 30 anos e não queira mais que eu lhe conte as minhas histórias, mas não tenho medo que ele perca o cheiro bom que ele tem. Sei que é um cheiro do DNA e um dia, eu vou embalar até o seu chulézinho. rs
E se todos vocês leram até aqui, é porque são capazes de acreditar que um grande amor, transforma as pessoas.
Rafael, se você ler isso quando tiver 30 anos, no seu MP485, não chore... apenas saiba que nada, nada mudou e que vocÊ sempre será o Meu pequeno principe, e que sempre que eu olho a seda, eu me lembro de ti, e dos teus cabelos surpreendentemente macios.